
Enquanto Brasília vive mais um capítulo de tensão política, o reflexo dessa instabilidade já pesa no bolso de quem trabalha aqui em Itanhaém. Os desdobramentos de julgamentos no Supremo Tribunal Federal (STF), incluindo casos de forte repercussão como o chamado e já bem conhecido Caso Master, ampliam a polarização e elevam o clima de incerteza no país.
E quando o ambiente político se torna imprevisível, investidores recuam, o crédito encarece e o crescimento desacelera. Aqui na cidade, mesmo com o turismo de carnaval, é significativo a menor circulação de dinheiro, comércio mais cauteloso e dificuldade para gerar novos empregos. O pequeno empresário sente primeiro. O trabalhador sente depois — mas sente mais forte.
O Brasil precisa de estabilidade. Precisa de responsabilidade institucional. Disputas ideológicas não podem paralisar a economia nem comprometer o futuro das cidades. E esse recado não é só para o cenário nacional. Em Itanhaém, a política também precisa deixar as disputas de lado e priorizar emprego, crescimento e soluções reais para a população.”
Enquanto o cenário político segue em debate, há medidas práticas que podem aliviar o orçamento. O abono salarial do PIS/Pasep já está sendo pago para trabalhadores que atendem aos critérios. A consulta pode ser feita pelo aplicativo da Caixa Econômica Federal ou pelo portal oficial do governo. Além disso, o Posto de Atendimento ao Trabalhador da região divulga vagas atualizadas semanalmente, especialmente nas áreas de comércio e serviços.
Informação e planejamento são fundamentais neste momento. Mais do que discursos, a população quer emprego, renda e previsibilidade. A política precisa servir ao cidadão — e não o contrário.
— Edgard Chiarelli - Jornalista
Aqui no Brasil uma pesquisadora tem se destacado. A bióloga Tatiana Coelho de Sampaio, professora da Universidade Federal do Rio de Janeiro, desenvolveu a chamada polilaminina, uma estrutura derivada da proteína laminina com potencial para estimular a regeneração de células nervosas em casos de lesões graves, como paraplegia e tetraplegia — pesquisa que já rendeu resultados promissores em testes e aponta para uma nova fronteira na medicina regenerativa. Estaremos acompanhando e informando esses e outros avanços da medicina
Nos últimos meses, a comunidade médica tem acompanhado importantes avanços na pesquisa contra o câncer, incluindo estudos que apontam para novas terapias e melhores taxas de sobrevida em diversos tipos de tumores, como nos casos de imunoterapias, terapias-alvo e vacinas terapêuticas que ainda estão em fase de testes e podem, no futuro, transformar a maneira como a doença é tratada. Mas é importante destacar: até agora não existe, em ciência revisada por pares, um tratamento único comprovado que cure todos os tipos de câncer de forma definitiva — avanços são progressivos e cada descoberta abre portas para novos caminhos terapêuticos mais eficazes.
— Edgard Chiarelli - Jornalista